A sua razão de viver sempre foi transformar vidas através da educação, mas Clovis tinha outras paixões. De origem portuguesa, adorava o país de seus antepassados, que era destino certo em viagens frequentes. Lutava por Franca, sempre defendendo sua gente e participando de sua construção e, claro, amava profundamente aquela que seria sua companheira até os últimos momentos e a quem deixou a missão de defender seu legado na educação, Maria Teresa.