O Governo do Estado de São Paulo determinou que a partir desta segunda-feira, 18, apenas os alunos que apresentarem atestado médico poderão continuar assistindo as aulas online nas escolas estaduais e particulares. O retorno presencial, apesar de obrigatório, ainda exige o distanciamento de 1 metro.
As escolas estaduais que comportam todos os alunos voltaram com 100% da capacidade nesta segunda-feira. Já as que não têm estrutura, respeitando o distanciamento, continuaram com o rodízio entre os alunos, conforme já vinha acontecendo. As escolas particulares também seguiram o mesmo modelo.
Na prática, essas escolas só voltarão com o ensino totalmente presencial a partir do dia 3 de novembro, quando não será mais exigido o distanciamento entre os alunos.
Marcos Felipe Oliveira, de 15 anos, é estudante do 9º ano na escola estadual "João Marciano". Por lá, os alunos foram divididos em duas turmas e o sistema de rodízio ainda foi mantido entre eles. No entanto, nos dias definidos é obrigatório que o aluno compareça à aula.
“Eu prefiro o ensino presencial, porque no presencial você entende mais, vai até a mesa do professor tirar dúvidas. No online também é possível, mas na minha opinião, você não entende tanto como no presencial, que dá para pedir explicação até entender”, disse Marcos.
Apesar da rede municipal não estar incluída na obrigatoriedade, a secretária de Educação, Márcia Gatti, afirmou que cada escola seguiu a determinação de acordo com a estrutura. “Ainda temos válido o decreto do governador que exige o distanciamento de 1 metro dentro das salas de aula, portanto, nós continuaremos seguindo o revezamento”, disse Gatti.
“É muito importante que os pais procurem as unidades escolares e as creches para saber qual dia ou qual semana o seu filho retornará de maneira presencial e nestes dias a presença é obrigatória. Nas creches e nas EMEIs, os alunos de 4 a 5 anos também devem seguir essa obrigatoriedade.”