Patrícia e eu tínhamos uma história de amizade e cumplicidade, que nunca, jamais, será apagada.
Participei de muitos momentos de alegrias em sua vida, como as grandes festas em Franca e pelo País afora e, também, das maiores tristezas, quando com seu coração partido, teve que se despedir de sua mãe, sua irmã, seus filhos, seus amigos-irmãos.
Com ela, aprendi a me apaixonar pelo colunismo social.
Foram três décadas de querer bem mútuo, jantando, passeando, viajando juntos.
A Patty encerrou sua missão por aqui e continuará olhando por nós, de onde quer que esteja.
Saudade e gratidão, imensas.