Enquanto os hospitais estiverem lotados, o Pronto-socorro “Álvaro Azuzz” vai continuar operando em sua capacidade máxima de atendimento. Desde o último sábado, 8, até essa quinta-feira, 13, sete pacientes de covid morreram na unidade enquanto esperavam por um leito em ambiente hospitalar.
No momento, 53 pessoas também seguem à espera de uma vaga, sendo 25 para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 28 para enfermaria. A situação mais grave é de seis pacientes que estão intubados na ala de emergência.
Segundo o diretor da unidade, Rafael Talarico, a situação do Pronto-socorro é delicada. “É um momento difícil para todos, está bem cheio. O movimento continua muito alto na cidade. A gente acredita que, com o apoio da população, vamos conseguir cortar a cadeia de transmissão. Só vai melhorar quando cortar. O Pronto-socorro está cheio e os funcionários estão fazendo o possível e o impossível para o paciente ser bem cuidado e os protocolos serem seguidos, até que o Estado, pelo sistema Cross, consiga essa vaga de transferência”, disse.