10 de julho de 2026
KIT INTUBAÇÃO

Prefeitura descarta risco de desabastecimento a curto prazo, mas não especifica duração de estoques

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Heloísa Taveira/GCN
Secretário de Saúde, Lucas de Souza

A falta de medicamentos usados na intubação de pacientes – principalmente sedativos e bloqueadores neuromusculares – já é realidade em cidades do Estado de São Paulo. Segundo o secretário municipal de Saúde, Lucas de Souza, esse ainda não é um problema que assola Franca, mas não há indícios de que o estoque dure por muito tempo.

Isso porque o secretário garantiu os medicamentos apenas a “curto período de tempo”, sem especificar a duração dos estoques. “A Secretaria Municipal de Saúde possui hoje estoque para abastecer as unidades de urgência do município sem risco iminente de desabastecimento em curto período de tempo, tendo como parâmetro a média mensal utilizada nos últimos 30 dias”, disse.

Lucas de Souza ainda reforçou que é visível a dificuldade que o país vem enfrentando na aquisição e manutenção dos estoques mínimos dos medicamentos do kit intubação. Uma das maneiras de monitorar esse risco de desabastecimento foi criar o Comitê de Emergência Hospitalar, que envolve a Secretaria de Saúde, Santa Casa de Franca, Hospital Regional e São Joaquim, da Unimed, para que acompanhem em conjunto a indisponibilidade de medicamentos.

No entanto, mesmo com a criação do comitê, há dificuldades no acompanhamento dos estoques. A reportagem do GCN está desde o início da manhã em contato com a assessoria de todos os hospitais e até o fechamento desta matéria, apenas o Regional comunicou a situação. O hospital, que pertence ao grupo São Francisco, vive um quadro de tranquilidade em relação ao kit intubação e não corre risco de desabastecimento mesmo a longo prazo.