09 de julho de 2026
PREPARE O BOLSO

Preço dos combustíveis vai subir mais uma vez em Franca

Por Higor Goulart | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/GCN
Petrobras aumentou em 8,2% valor do litro da gasolina nesta semana

Um aumento nos preços de combustíveis se aproxima em Franca. Na última segunda-feira, 8, a Petrobras realizou um reajuste nos preços de refinaria, encarecendo em 8,2% o valor da gasolina A e em 6,2% o valor do diesel A. Esse aumento pesa para os revendedores e, naturalmente, chega às bombas de combustível.

De acordo com o presidente regional do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo), Marco Antônio do Nascimento, o sistema de ajuste da Petrobras tem ocasionado esses recentes aumentos, já que acompanham a demanda internacional e o valor do dólar. “Como esses dois quesitos estão em alta, naturalmente, o preço do combustível se mantém elevado.”

Em Franca, o preço na bomba ainda não reflete essa alta do mercado. Em levantamento publicado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) nesta semana, o preço da gasolina comum mantém uma média de R$ 4,54 por litro. Já o óleo diesel se mantém na faixa de R$ 3,655. O etanol, que não é derivado do petróleo mas sempre acompanha a alta dos demais combustíveis, está em R$ 3,331.

Esses valores não devem durar muito, considerando que se trata de um estoque antigo. Segundo Marco Antônio, os revendedores já estão comprando combustíveis com o novo valor. Logo, os postos reajustarão os preços nas bombas. “Não tem como a gente segurar. Sobe no preço para gente comprar e a gente repassa no valor do consumidor final.”

Em Ribeirão Preto, o litro da gasolina já é vendida a R$ 4,99, após este novo reajuste da Petrobras.


Campanha do Sincopetro mostra os reajustes da Petrobras

Além de doer no bolso do consumidor, esse aumento também é ruim para os vendedores. Com um valor maior, o movimento é menor. Ainda mais neste momento de pandemia. “Situação dificílima. Como estamos na fase vermelha, o movimento está ruim. Não estamos vendendo nada sem escolas, faculdades, vida noturna, igrejas.”