08 de julho de 2026

Era uma vez

Por Carlos de Assumpção | Especial para o GCN
| Tempo de leitura: < 1 min

Era uma vez uma velha

Que não parava em casa

A Dona Morte viu ela

Em plena pandemia

Andando à toa na rua

Dona Morte não gostou

Nada do costume dela

Passou o alfange afiado

No pescocinho da velha