O oitavo entrevistado da série de entrevistas com os candidatos a vice-prefeito de Franca foi Everton de Paula (PRTB), que compõe chapa com Alexandre Ferreira (MDB). Já exibida no programa A hora é essa!, da rádio Difusora na manhã desta quinta-feira, 29, a última entrevista com os candidatos a vice-prefeito será reprisada também na live do GCN, a partir das 21h30 no Facebook, Instagram e canal do Youtube do portal.
Everton de Paula, de 70 anos, explicou o motivo que o levou a disputar as Eleições Municipais de 2020. Com mais de 40 anos no cenário educacional, o candidato já atuou como pró-reitor, professor e editor-chefe da editora da Universidade de Franca.
Ao refletir sobre sua carreira como colaborador de jornais, com suas colunas e artigos, além das aulas de português, Everton se questinou se seria "apenas" isso. “Será que acabou? Será que vou ficar confinado a um gabinete de assessoria e consultoria em uma escola particular? Então, somando os fatores, aceitei o convite de ser o vice-prefeito de Alexandre. Me senti honrado e estou muito entusiasmado, procurando o melhor de mim para completar esse currículo”, disse.
Ao ser questionado sobre a declaração de patrimônio, da qual não constam bens, Everton explicou. “Eu moro em uma residência própria, em que até hoje a Prefeitura não conseguiu regularizar os lotes, então, não há escritura. A casa é minha, mas não há escritura definitiva”, disse. “Nunca tive interesse em ter bem, em arrecadar e angariar bens no sentido de tê-los por ter. É uma tradição deixar todos os bens para os herdeiros.”
Para o candidato, a educação municipal vai mal. “Não é uma crítica a coordenações e direções, mas uma crítica às instâncias superiores que cuidam da educação municipal em Franca. Nesta campanha, a educação tem sido para mim a ‘menina dos olhos’, mas não significa priorizar a educação e deixar em segundo plano as outras áreas”, ressaltou.
Entre as questões abordadas, Everton disse o que pensa da imprensa. “A minha inquietação é o que a mídia faz para não apontar o outro lado. Não se pode fazer da imprensa algo que force o leitor a ter uma só ideia a respeito de um político, mas abrir um leque de informações e deixar o telespectador formar a sua opinião”, disse.
Nas considerações finais, Everton discursou: “Mas, antes de falar de ‘vote em’, eu acho importante dizer aos eleitores, ‘vote’. Antes de tudo, vote”.