10 de julho de 2026
INVESTIGAÇÕES

Assassino de morador de rua volta a matar 10 meses depois


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A reconstituição do crime aconteceu na tarde de hoje com a presença do autor

A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca esclareceu na tarde desta segunda-feira, 11, o homicídio ocorrido no último 1° de abril, no Jardim Santana, ao lado da Havan. A reconstituição do crime aconteceu na tarde de hoje com a presença do autor.

De acordo com o delegado Márcio Murari, responsável pela autorizada, Sinésio Lourenço, de 41 anos, conhecido como "China", disse que matou Celio Januário Nascimento, de 38 anos, após uma discussão por uma garrafa de pinga.

Celio foi encontrado por um morador do bairro que acionou os policiais. O corpo apresentava um ferimento na cabeça.

"China" prestou depoimento e fez a reconstituição do crime com os policiais civis. O criminoso já responde um processo por outro homicídio, ocorrido em junho do ano passado.

Apesar de confessar o crime, China responderá em liberdade.

Ainda segundo Murari, ao final do inquérito será pedida a prisão preventiva do autor.

Crime semelhante

No dia 10 de junho, do ano passado, Sinésio acabou com a vida de Cristiano Araújo Irineu, de 37 anos, em uma construção na avenida Miguel Sabio de Mello.

O morador de rua foi encontrado com afundamento de crânio, o rosto desfigurado e com a parte de baixo sem a calça. Funcionários do local encontraram Cristiano já sem vida.

Na ocasião "China" acabou confessando o crime aos investigadores e na outra semana após o crime, ele participou de uma reconstituição conduzida pela DIG.

O motivo relatado por China foi revelado na ocasião: uma pedra de crack, após ingerir bebida alcoólica e praticar sexo com a vítima. “Aconteceu por causa de briga de crack, de pinga, essa coisas. Ele não quis devolver minha droga, eu estava muito drogado e eu acabei agredindo ele. Ele tentou me agredir e eu tive que dar paulada nele. Só isso. Na cabeça”, disse em entrevista a Difusora.

O autor disse que eles foram usar drogas no interior da obra. Lá mantiveram relação sexual. “Desde o dia da morte, o investigador Paulo esteve no local. Outras diligências foram realizadas, fomos levantando informações e outras dicas foram colhidas com pessoas que frequentavam o local. 

China responde também liberdade por esse crime.