Uma reunião na última terça-feira, 14, foi realizada no gabinete do prefeito Gilson de Souza (DEM) para discutir as reivindicações de estudantes da FDF (Faculdade de Direito de Franca) e do Uni-Facef (Centro Universitário Municipal de Franca) para que o valor das mensalidades seja reduzido durante este período de quarentena, já que as aulas presenciais estão suspensas. Ao fim do encontro, chegou-se à conclusão de que pleito não pode ser atendido.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, o pedido dos estudantes “legalmente se mostrou inviável segundo observações da área jurídica”. Mas alternativas foram apresentadas, como isenção de juros e multas por eventuais atrasos no pagamento de mensalidades e auxílio aos estudantes mais necessitados.
Participaram do encontro, além do prefeito, o reitor do Uni-Facef, José Alfredo de Pádua Guerra, o vice-diretor da FDF, José Sérgio Saraiva, secretários municipais e representantes dos estudantes, membros dos diretórios acadêmicos.
As duas autarquias municipais deverão montar comissões para acompanhar os estudantes em situações de maior vulnerabilidade neste momento de pandemia, para propor auxílios pontuais. Já as propostas de isenção de juros e multas deverão necessariamente serem aprovadas pela Câmara Municipal.
O projeto de lei deve ser enviado ao Legislativo para futura apreciação. A proposta é que os estudantes do Uni-Facef sejam beneficiados com a isenção de multas e juros nos meses de maio e junho, e os da FDF, entre maio e julho.