De acordo com o Ministério da Saúde, pesquisas têm apontado que a utilização de máscaras caseiras impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente. É importante é que a máscara seja feita com camadas duplas, nas medidas corretas, cobrindo totalmente a boca e nariz.
Esse incentivo à produção caseira, fez com que algumas pessoas produzissem em maior escala para serem vendidas. Essas vendas servem também como ajuda financeira, para aqueles que tiveram seus empregos interrompidos com a quarentena. É o caso da Andressa Lubiana, que junto com seu marido, trabalhavam em fábrica de sapatos e estavam sem fonte de renda. “Eu e meu marido estávamos sem trabalhar por conta das paralisações e resolvi fazer máscaras para ajudar pessoas próximas e elas me ajudarem”, relatou.
Como a procura tem sido alta desde a aprovação governamental para produção caseira, a demanda cresce rapidamente e, por consequência, pode haver falta de materiais. “Há três dias que comecei a produzir e já vendi 30 máscaras e tenho mais 13 para fazer”. Até clínicas estão procurando essa alternativa, através do TNT (tecido usado nas mascarás descartáveis), em que é possível produzir maior quantidade. “Clinicas já me procuraram para encomendar maior número das descartáveis, porém o material está em falta, com a alta demanda”, conta a antes, customizadora de sapatos.
Além de Andressa, outras pessoas embarcaram na onda de produzir o utensílio. Atitude que além de contribuir para quem está fazendo, financeiramente, é uma maneira de difundir e facilitar a proteção contra o coronavírus.
Abaixo alguns contatos de pessoas que estão vendendo máscaras:
Andressa: (16)99334-1486
Cláudia: (16)99728-7093
Wanessa: (16)99293-3828
Cacilda: (16)99292-8365