Discute-se se se trata de acontecimento criminoso ou acidental. O fato é que o derramamento de óleo ocorrido no nosso litoral nordestino resulta na poluição das águas do mar e de praias brasileiras.
O desastre ecológico é de grandes proporções, repercutindo cruelmente na vida marinha. São suas vítimas comunidades animais e vegetais. Plânctons inteiros, corais, moluscos, aves, peixes, tartarugas, inclusive o peixe-boi-marinho, já, antes, ameaçado de extinção.
Mais do que lastimar a desastrosa ocorrência, cumpre, agora, às autoridades competentes, buscarem os culpados, impondo-lhes as justas penalidades, mas, sobretudo, adotarem medidas que evitem tal insensatez ecológico-moral, com vistas à garantir a habitabilidade do nosso planeta, que já sofre, penosamente, de terrível poluição psíquica a requerer-nos ainda mais preocupada atenção. Emanada de nossa mente, há um poder realizador negativo a provocar sérios desequilíbrios no plano que habitamos, por obedecer nossos doentios propósitos, além de pensamentos, sentimentos e emoções.
Ensina a Doutrina Espírita que vivemos mergulhados em um oceano de ondas originadas no nosso modo de pensar e agir. O espírito André Luiz as denomina psicosfera da Terra. É a sujeira mental que resulta da brutalidade humana e emite-se constantemente para o entorno espiritual do planeta, impondo árduo trabalho a numerosas equipes de benfeitores espirituais, que se esforçam na limpeza psíquica, no quanto lhes é possível,
E, acreditem os céticos! É graças às orações dos crentes em geral que a tarefa dos amigos invisíveis se faz possível, tornando o ambiente planetário mentalmente menos poluído para vivermos até nos depurarmos.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, dir.Inst. de Divulgação Espírita de Franca