Uma vez mais estamos a olhar.
Sem entender, ou covardemente compreendendo o que se passa não agimos.
As mãos não mais atadas, ainda sim permanecem nos bolsos laterais sem ação.
A boca sem mordaça mantém-se em silêncio.
Uma vez mais o assunto é “corrupção”.
Corrupção ou pretexto para inércia?
Novamente omitiu-se a justiça.
Estranho seria se aqui houvesse de fato Justiça.