08 de julho de 2026

Greta e Davi na ONU


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Greta Thunberg, 16, é uma adolescente sueca. Já escrevemos sobre ela aqui. Ativista, ela luta por uma causa, a das mudanças climáticas. Em reconhecimento por seu grande esforço em se fazer ouvir pelos poderosos, ela recebeu na última quarta-feira prêmio muito importante, de instituição norte-americana. Chama-se Prêmio Alternativo ao Nobel da Paz. O líder indígena brasileiro Davi Kopenawa também foi premiado pela “corajosa determinação em proteger as florestas e a biodiversidade da Amazônia; as terras e a cultura de seus povos indígenas, entre eles os Yanomami.”

Ambos tentam conscientizar os políticos de que precisam fazer alguma coisa. Porque acreditam que, se nada for feito, a Terra pode perder sua condição de abrigar a vida. Há degelo na calota polar, desmatamento em larga escala, extinção de espécies animais e vegetais, morte de rios, incêndios na Amazônia e em outras florestas do mundo. Fatos que poderiam ser evitados.

Greta começou seu ativismo com um cartaz de papelão improvisado, em setembro de 2018, onde escreveu: “Salvem o Planeta”. Foi para a porta do parlamento sueco e ali ficou, chamando a atenção de todos. Uma rede de TV a descobriu e mandou sua imagem para o mundo. Logo depois, inspirados nela, milhares de jovens europeus foram às ruas protestar contra a falta de ação dos políticos.