O mês de julho se tornou o mês mais violento na cidade de Franca no ano de 2019 ao contabilizar 3 homicídios. Ao longo de todo o ano foram registrados outros 4 homicídios, somando 7 no total.
O primeiro crime foi registrado logo no primeiro dia do mês, quando Alex de Jesus, de 22 anos, matou o comerciante Norival de Lima, de 58 anos, com uma barra de ferro, e logo em seguida fugiu com o veículo da vítima. O crime ocorreu no ferro velho de propriedade de Norival, no São Luís. Alex confirmou que matou Norival por causa de ciúmes, alegando que a vítima teria saído com sua mulher.
Na na noite deste domingo,14, após ficar desaparecido por 10 dias, o pedreiro Alex Reis de Oliveira foi encontrado por moradores amarrado por arames e coberto por pedras, em uma piscina de tratamento de esgoto, no bairro São Francisco.
Na noite da última segunda-feira, 15, Rafael Hortêncio da Rocha, que morava no Paulistano, foi morto alvejado por três tiros; o maior suspeito é o seu próprio irmão, na rua São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito havia discutido com a vítima, depois de descobrir que sua mulher estava se envolvendo com ele.
Em entrevista ao programa Hora da Verdade, da rádio Difusora, o delegado da DIG(Delegacia de Investigações Gerais) Márcio Murari, afirmou que todos os crimes estão sendo investigados. “No primeiro caso, Alex segue preso, à disposição da Justiça. No segundo caso, em que a vítima foi morta com requintes de crueldade, conforme mostra a situação em que o corpo foi encontrado, vai demandar mais tempo de investigação. Segundo as nossas investigações a vítima estaria envolvida no crime organizado. No caso de Rafael, já ouvimos quase todos os familiares e, para nós, o irmão da vítima é o autor do crime. Uma advogada nos solicitou e afirmou que ele se apresentará na delegacia na próxima segunda-feira”, disse Murari.
Corpo encontrado
Além dos crimes registrados na cidade, um homem de 39 anos foi encontrado morto na noite da última quarta-feira, 17, em uma fazenda às margens da rodovia Ronan Rocha, entre Patrocínio Paulista e Franca. De acordo com a Polícia Militar, quando chegaram ao local Roberto já estava morto e tinha ferimentos no rosto, aparentemente feitos por um objeto cortante. A arma do crime não foi encontrada.