08 de julho de 2026

Apollo 11


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No dia 21 de julho de 1969, o astronauta americano Neil Armstrong, um dos três tripulantes do voo espacial denominado de Apollo 11, se tornava o primeiro homem a pisar na superfície lunar. Poucos minutos depois, o também astronauta Buzz Aldrin alcançaria a mesma façanha, sendo que o terceiro tripulante, Michael Collins, não chegou a descer na órbita lunar. Os dois primeiros ali permaneceram por mais de 20 horas, coletando material para pesquisas.

O episódio foi transmitido pela televisão em preto e branco, ao vivo, para todo o Mundo e teria sido visto por mais de 600 milhões de pessoas. O astronauta Armstrong, ao descer no solo lunático, disse a até hoje famosa frase: “é um pequeno passo para um homem, mas um passo gigante para a humanidade”.

O feito americano encerrou a sua corrida espacial, um arrojado projeto da NASA, que tinha por finalidade medir forças em uma disputa geopolítica com a extinta União Soviética, iniciada em 1957, quando os soviéticos lançaram o Sputnik 1, o primeiro satélite artificial da história. Esse fato que mexeu com os brios do povo americano, ficou registrado na história como o início da “guerra fria” entre aqueles dois povos.

Lembro-me bem de ter assistido a descida do homem na lua, na casa de meus pais em Cássia, na companhia de vários vizinhos, numa televisão alemã, marca Telefunken (se a minha memória não me trai). Entre os presentes se encontrava um vizinho da família, bastante cético, que durante a transmissão teimava em dizer que aquilo era um jogo de cena dos americanos, para impressionar o Mundo e principalmente os soviéticos. Consta que ele morreu jurando que efetivamente o homem nunca pisou na lua. Aliás, ele não foi o único a duvidar, pois há uma “teoria da conspiração”, defendida por muitos, onde se alega que tudo foi filmado em um deserto dos Estados Unidos.

Assim, entre as várias efemérides comemoradas neste ano, está o cinquentenário da primeira visita de um homem ao nosso único satélite natural, desvendando o mistério para muitos de que, realmente, a lua não é habitada.