Para escrever basta um papel e uma caneta, abrir uma porta e entrar, depois não a deixe entreaberta, feche-a para cavoucar.
Para escrever não adianta pensar, deixe o raciocínio para a física quântica, matemática ou aritmética.
Escrever é dançar num voo livre, procurar cavernas, jogar-se em alto mar.
Neurônio, oi. Tchau.
Posso te contar um segredo?
Para escrever basta usar os dedos.
Não precisa nem mesmo saber a língua portuguesa.
Ah, mas para você a gramática é necessária, os tempos verbais são urgentes.
Viche, agora complicou, até rangi os dentes.
Não sei mais como explicar, só sei que estamos a falar de escritas diferentes.