Na tua ausência, me desesperei.
Te procurei nas orações,
Te procurei nas pessoas.
Te busquei no óbvio e nas entrelinhas.
Me apresentaram sua casa.
Acendi velas e incensos,
Ajoelhei no altar.
Reverenciei o Sacrário, olhei atrás da porta.
Na ignorância dos meus olhos carnais, te busquei na esperança do infinito celestial.
Cadê? Cadê?
Na insistência do amor, no pêndulo da vida, fui achando o ritmo.
Senti...Te senti...não te vi.
Descobri; nem aqui, nem lá,
Habitas o meu Silêncio quando o mundo se aquieta.
Só te ouço no barulho da minha fé.