Justiça do Rio absolve pastor acusado de abusar de enteado
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Felipe Garcia Heiderich e Bianca Toledo
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) absolveu o pastor Felipe Garcia Heiderich, preso em 2016, suspeito de ter abusado do próprio enteado, na época com 5 anos de idade. O religioso era casado com Bianca Toledo, também pastora. O processo correu em segredo de Justiça.
Felipe e Bianca se manifestaram nas redes sociais sobre o assunto.
"Depois de quase três anos de dor e de sofrimento, graças a Deus, tanto o Ministério Público pediu minha absolvição, como o juiz acaba de decretar que sou completamente inocente de tudo que me acusaram. Eu sei que existem muitas perguntas, por que eu fui sequestrado, mantido em cárcere privado, por que tudo isso aconteceu, mas nesse momento, mesmo que eu esteja com 25 quilos a menos, eu só quero abraçar a minha família e poder sair na rua de cabeça erguida, dizendo: 'Olha só, era tudo mentira e agora tenho como provar'. Vocês não precisam só acreditar na minha palavra. Eu tenho as provas de que eu fui declarado inocente de tudo", afirma o pastor.
Bianca se pronunciou: "Eu não tenho e nunca tive motivos para mentir. Somente fiz o que toda MÃE precisa fazer ao ouvir o relato de um filho que passou por essa situação tão desoladora", contou Bianca em nota postada no Instagram. "Nós queremos e confiamos na justiça e esta foi só a primeira instância de um processo longo e doloroso, mas que não desistirei até provar a verdade".
A pastora disse ainda que só está comentando o caso por conta de ameaças que está recebendo pela internet. "Apenas preciso colocar uma nota pública diante de algumas ameaças que recebi em redes sociais e do posicionamento de pessoas que querem falar de um assunto que consideram em alta somente para aparecer, sem saber de fato o que houve", escreveu Bianca. "Reafirmo: este assunto está em segredo de justiça e não será tratado publicamente em redes sociais como muitos querem. Esta é uma dor que só importa aos envolvidos, sendo que uma delas é uma criança, meu amado filho, que merece privacidade e proteção".