08 de julho de 2026

Lidando com loucura


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O País ainda vive sob o clima do susto, medo e revolta em razão do louco massacre ocorrido em Suzano há poucos dias. Inúmeras são as opiniões a respeito do que levou aquela dupla a cometer a chacina, mas fica tudo apenas no campo das hipóteses. Não vamos querer agora  somar apenas mais um palpite, mas comentar o que devia ou pode ser feito para evitar a repetição daquele horror. É muito importante que os pais conheçam as atitudes e costumes de seus filhos, acompanhando de perto o que fazem, com quem estão,  sendo  chatos para os filhos,  mas eles precisam sentir que os pais  estão sempre por perto. Conforme o que prega o Amor Exigente, ofereça o amor  mas imponha limites. Em relação às escolas, penso que providências até simples, sem muita invenção, deveriam ser tomadas por todos os estabelecimentos, da forma como era de primeiro, como gosta de dizer o Luiz Cruz, antes dessa onda de demasiada liberdade. Começando pela vigilância permanente na entrada principal, para saber quem está querendo entrar. Os portões de entrada dos alunos deveriam ser fechados exatamente no horário, todos devidamente uniformizados. É preciso acabar com esse negócio de alguns pais e mães acharem que estão exigindo demais, sempre dando razão para os filhos, sem antes procurar ouvir  o outro lado, para saber da real situação. Para isso também existem as reuniões entre pais e professores, para discutirem  em alto nível, o que é melhor para todos. Geralmente, quem nunca comparece a essas reuniões, são os pais e mães de alunos mais problemáticos, que nunca procuram saber como está o aprendizado, o comportamento e a frequência deles. E você? Acompanha de perto ou deixa tudo por conta da escola, incluindo a educação, que cada um  deve trazer de casa? Pense nisso.