10 de julho de 2026

R$ 1,7 mi: Prefeitura vai urbanizar Engenho Queimado


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Quatro áreas de lazer serão construídas na região do Engenho Queimado

Nos próximos meses, a região do Engenho Queimado, nas proximidades da Vila São Sebastião, receberá obras de urbanização. O projeto, que prevê a construção de praças, quadras de esportes, academias ao ar livre, campos de futebol e de bocha, além de vestiários, tem o valor estimado de R$ 1.780.497,72.

No total, serão urbanizadas quatro áreas com recursos próprios da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano. Após a assinatura do contrato, a previsão é que as obras dos 4 locais sejam concluídas em até 180 dias.

A primeira área a ser urbanizada fica localizada entre as ruas Carlos A. Buson, Sudário José da Silva e Nadir Alves Pimenta, onde será construída uma praça cujo valor de custo previsto é de R$ 114.284,52. Na segunda área, que fica entre as ruas dos Guaianazes, dos Tupiniquins e Adriano Carlos Cardoso, será construída uma praça com academia ao ar livre, orçada em R$ 311.339,53. A terceira área que receberá as melhorias fica na rua Voluntário Adriano Cintra, rua dos Guaranis, rua Lázaro Pelizaro e rua dos Aimorés.

Nesse local serão construídas uma quadra de esportes e academia ao ar livre, o valor estimado é de R$ 318.842,04. Já na última área, na rua Agostinho Coelho Paris com a rua Antônio Martins Alonso, onde está previsto o maior investimento, serão construídos um campo de futebol, quadra, campo de bocha e vestiário. O valor previsto para a realização das obras no espaço é de R$ 1.036.031,64.

O edital de concorrência pública para as obras de urbanização do Engenho Queimado foi publicado na última semana.

As empresas interessadas poderão entregar suas propostas até as 14 horas do dia 11 de abril. Os envelopes serão abertos no mesmo dia na sede da Copel (Comissão Permanente de Licitações), que fica localizada na rua Frederico Moura, 1.517, Cidade Nova, a partir das 14h30.

A expectativa da Prefeitura é que o contrato com a empresa seja realizado o mais breve possível. Se não houver nenhum recurso, o prazo é de até 20 dias, podendo se estender para até 60 dias.

A urbanização é viável neste momento, segundo a administração municipal, devido à conclusão da primeira etapa do projeto de drenagem das margens do córrego.

As obras, de acordo com a Prefeitura, garantiram a estabilidade do solo, descartando assim riscos de erosões a longo prazo, possibilitando a construção das obras de urbanização.