Pois é, aqueles que ficam por aqui (o meu caso) tem mais é que se virar, ou vendo TV, ou ir para os bares que ainda se animam e cultivam a Festa do Momô. Dois exemplos: o Lu Carvalho com seu Matheus & Rosária e sua Esquina do Samba, e o Marcilio Garcetti com o seu Candeeiro, que já virou tradição. Ambos imperdíveis.