A Avenida Brasil é a porta de entrada para a Zona Leste de Franca, onde há uma grande concentração de indústrias e forte comércio. Não diferente disso, é o bairro Jardim Paulistano, inserido nesta região bem desenvolvida.
Populoso e antigo, o Jardim Paulistano é considerado um bairro industrial e residencial, localizado no extremo Leste, que reúne fábricas calçadistas e empresas de diversos segmentos, que fomentam o progresso local. É o que disse a proprietária de um supermercado fundado há 22 anos no bairro, Kênia do Nascimento.
Segundo ela, devido à quantidade de indústrias e a sua geração de emprego, os moradores do Paulistano conseguem trabalhar no próprio bairro, o que é ótimo, pois gira a economia da região. Os moradores que dependem de transporte público podem contar com as linhas de ônibus que passam pelo bairro, em média de 30 em 30 minutos, de acordo com o senhor João da Silva, que mora na rua João dos Santos Ferreira e nos concedeu a entrevista, enquanto aguardava o ônibus Paulistano I para ir até a Avenida Adhemar Pereira de Barros.
Adriana Noel estabeleceu residência no Paulistano há 37 anos e conta como a infraestrutura evoluiu. “Quando cheguei aqui, passei seis anos sem ter água e quatro anos sem luz”, relembra. Quando questionada sobre o que mais gosta no local, respondeu a respeito da tranquilidade e o acesso facilitado a tudo. Para a saúde, o bairro conta com a UBS “Dr.Velasco Ribeiro Soares” e a UBS do Bairro Brasilândia, que atende aos moradores do Paulistano, pois fica muito próxima, a cerca de 1,5 quilômetro.
No quesito educação, o bairro possui a Escola Estadual “Professor Michel Haber” e escolas próximas localizadas no Brasilândia, entre elas, a Escola Estadual “Ângelo Gosuen” e a Escola Municipal “César Augusto de Oliveira”. O bairro reúne igrejas de várias religiões como a tradicional Paróquia Sagrado Coração de Jesus, o Grupo Espírita Lar de Ismália, entre outras.
A população também pode usufruir de um Centro Comunitário, que oferece a comunidade diversas atividades e, um campo de futebol e academia da saúde na Avenida Mário Martins. A vendedora e moradora há 8 anos Mariana Manhani de Assis faz uma reivindicação à administração municipal para a melhoria da iluminação do bairro. “Quem mora próximo à Avenida Brasil não tem esse problema, mas quem está distante sofre, pois existem diversos pontos mal iluminados, o que favorecem a ação dos bandidos”, disse