O acidente que provocou a destruição de um monumento de Franca vai completar o primeiro aniversário dentro de um mês e pouca coisa foi feita para a recuperação da história. As previsões não são otimistas e, na melhor das hipóteses, o Relógio do Sol voltará a registrar as horas na Praça da Catedral no final do primeiro semestre de 2019.
Um dos símbolos de Franca, o Relógio do Sol foi atingido por um galho grande de árvore que se quebrou e caiu sobre ele durante temporal que atingiu a cidade no dia 27 de dezembro do ano passado. A parte superior foi arrancada e quebrada em vários pedaços.
Quase um ano depois, apenas o primeiro passo para a restauração do monumento construído em 1886 acaba de ser dado. Na última quarta-feira, 14, a Prefeitura publicou ato no Diário Oficial do Município homologando a empresa Croma Arquitetura, Conservação e Restauro, de São Paulo, como a vencedora da licitação para elaborar o projeto de restauração.
O serviço custará R$ 56,3 mil e só deve ficar pronto dentro de três meses. “A empresa terá 90 dias para nos entregar o projeto de restauro. Na sequência, vamos abrir outra licitação para contratar o responsável por fazer o conserto, com base no previsto pelo projeto. Para ganhar tempo, já fizemos três orçamentos”, disse o secretário de Esporte, Arte, Cultura e Lazer, Elson Boni. O preço estimado da restauração deve girar em torno de R$ 100 mil.
Boni prevê que o Relógio do Sol possa estar restaurado e instalado novamente em seu devido lugar entre os meses de maio e junho do ano que vem. “Teremos que fazer a retirada de algumas árvores da praça, pois astrônomos nos disseram que elas estão impedindo a leitura das horas. Além disso, há o risco de novas quedas”, finalizou Boni.