10 de julho de 2026

Magazine Luiza lucra R$ 120 mi no terceiro trimestre


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CEO Frederico Trajano: 'Conseguimos investir mais no cliente, mantendo a lucratividade no mesmo patamar do ano passado' - Foto: Rafael Hupsel/Folhapress

O Magazine Luiza divulgou os seus resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre deste ano. Os dados apresentados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta as atividades na Bolsa de Valores de São Paulo, mostram o bom momento vivido pela rede.

Segundo o balanço, o lucro líquido do Magazine neste trimestre alcançou a cifra de R$ 120 milhões, um crescimento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. O aumento nos lucros é resultado direto do crescimento das vendas que registraram uma alta de 34%, atingindo R$ 4,6 bilhões.

O e-commerce que, pelo sexto trimestre consecutivo registrou crescimento - agora de 55% -, foi o principal responsável pelo bom resultado. A comercialização de produtos nas lojas físicas também teve alta, mas em ritmo menor, apesar de significativo: 24% de aumento.

Para se ter ideia do peso do comércio online, sozinhas, as vendas digitais, que englobam as operações do site, do aplicativo de vendas e do marketplace, atingiram R$ 1,7 bilhão, o que representa 36% do faturamento total do grupo. “Conseguimos investir mais no cliente, mantendo a lucratividade no mesmo patamar do ano passado”, comemorou Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza.

Para Trajano, o bom desempenho do Magazine também está relacionado à estratégia da empresa de focar no cliente e na sua fidelização, o que acabou atraindo ainda mais consumidores. Nos últimos 12 meses, o número de clientes únicos que compraram nas plataformas de vendas do Magazine cresceu 31% (22% de aumento nas lojas físicas e 61% no e-commerce). As vendas originadas no aplicativo já são responsáveis por mais de 75% do tráfego do e-commerce e dobraram em relação ao ano passado.

O outro dado importante é que, mesmo com o crescimento acelerado nas vendas, a satisfação do cliente que compra no Magazine continua alta. Nos últimos 12 meses, o nível de satisfação com o atendimento do SAC passou de 64% para 86%. O número de pedidos resolvidos após o primeiro contato com o serviço de atendimento aumentou 14 pontos percentuais e o tempo de troca de produtos com defeitos caiu 60%.