Aproveitando o Dia da Pessoa com Deficiência e Nacional de Educação do Surdo, a voluntária da Apada (Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos), Izabel Alves de Sousa, foi à Câmara ontem para narrar os transtornos causados pela falta de acessibilidade. “As barreiras não são quebradas. Nossa luta é para a acessibilidade e inclusão dos surdos. Olhem para nós, nos ajudem.”
Izabel lembrou que existem leis tratando da acessibilidade, mas que elas precisam ser colocadas em prática.
“A sociedade desconhece. Falta informação. Falta assistente social e psicólogo para prestar assistência. O primeiro governo que olhou para nós é o do Gilson (de Souza, DEM), mas ainda falta muito. As dificuldades são grandes”, concluiu.