09 de julho de 2026

Hospital Dia da Unimed começa semana que vem


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O jornalista Merval Pereira e o médico Nilson Salomão, presidente da Unimed, no Encontro Empresarial

A partir do próximo dia 1º de outubro, os usuários dos planos de saúde da Unimed Franca contarão com um novo espaço para atendimento. O Hospital Dia vai atender aos pacientes que passam por cirurgias de menor complexidade e que recebem alta, normalmente, no mesmo dia.

O espaço funcionará dentro do próprio hospital São Joaquim. “Nós passamos os últimos meses reformando e adequando o espaço, que antes servia como farmácia geral interna, para que pudesse se transformar no Hospital Dia”, disse o presidente da Unimed, o médico Nilson Salomão.

O novo espaço terá 12 novos leitos, com total conforto e tecnologia de última geração. Os leitos serão destinados a pacientes que farão procedimentos cirúrgicos simples. “Serão utilizados por pacientes que normalmente recebem alta horas após o procedimento. No Hospital Dia, eles terão todo conforto e atenção”, disse.

O investimento na construção foi de R$ 2,1 milhões. A previsão é que o hospital comece a funcionar na próxima segunda.

Segundo Salomão, o novo hospital vai melhorar a gestão de leitos em outras alas do hospital e possibilitará um melhor aproveitamento do centro cirúrgico, já que todas as cirurgias de pequena complexidade serão realizadas necessariamente até as 11 horas.

‘Precisamos de alguém pacificador’

A situação do Brasil foi o tema da palestra do jornalista e escritor Merval Pereira, na última quinta, no Encontro Empresarial da Unimed. O evento lotou o salão do Villa Eventos e reuniu empresários, políticos e autoridades de Franca e região, além de médicos.

Merval falou sobre o panorama eleitoral, em que se destacam Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Para ele, a preferência por essas candidaturas mostra uma radicalização “As pessoas estão tão cansadas de tudo o que temos vivido que, agora, querem uma ruptura. Querem soluções rápidas e drásticas. Por isso, buscam os extremos.”

Para ele, se qualquer um dos dois vencer, o país enfrentará tempos difíceis. “Precisamos de alguém que seja pacificador. Um radical neste momento só complicará ainda mais a crise.”