Com certa frequência minha mãe pede que eu escreva uma crônica para os professores. Uma espécie de homenagem. E eu nunca escrevo. Nunca escrevi. Não por preguiça – atributo popular entre os jovens de hoje – ou porque não quisesse ou por má criação de filho crescido, não. Não escrevi por não me sentir à altura.