A longa espera chegou ao fim. Os futuros moradores do conjunto Copacabana receberam as chaves dos apartamentos em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira no poliesportivo. Estouro de champanhe, lágrimas e sensação de sonho realizado marcaram o ato.
Algumas famílias disseram que vão começar a mudança ainda hoje. Um churrasco na área de lazer dos prédios está programado para comemorar a entrega.
Síndica do bloco III, Adriana Mendonça Freitas, foi a primeira a pegar as chaves. Chorou de emoção. “É o sonho de uma vida inteira. É muita emoção. A gente não tem palavras para explicar. Vou mudar daqui a pouco. Poder entrar na casa própria significa uma mudança de vida. Daqui para frente, é uma nova etapa. Tenho o meu canto, a minha casa.
Ninguém vai me mandar sair porque vai precisar da casa. É minha independência”.
As “guerreiras do Copacabana”, grupo de mulheres que liderou os moradores na luta para ajudar a concluir as obras, fizeram uma comemoração no centro da quadra e deram um banho de champanhe no prefeito Gilson de Souza e no vereador Corrêa Neves Júnior (PSD). “É um momento de muita emoção. O que ficou parado no passado, estamos fazendo avançar. O objetivo do nosso governo é trabalhar para as pessoas mais humildes. Ter uma casa para morar, é o sonho de toda família. Ser prefeito não é fácil, a gente enfrenta muitas dificuldades, mas é gratificante ver as pessoas felizes”, afirmou o prefeito.
O vereador Corrêa Neves Júnior, que representou as famílias no processo para agilizar a entrega dos imóveis, parabenizou os moradores do Copacabana pela conquista. “Foi um história linda, de luta e superação, típica de brasileiros que não desistem. Foi graças às cobranças de vocês, que nós nos movimentamos e fomos pedir ao prefeito que se empenhasse para concluir as obras. No começo do passado, estava tudo parado, era escombro o que deixaram para vocês. Graças ao Gilson, ao Marcos Haber, da Emdef, e ao promotor Carlos Gasparoto, os apartamentos são de vocês. Que todos sejam muito felizes.
As famílias já estão liberadas para se mudarem, mas precisam seguir o agendamento combinado os síndicos para evitar transtornos.