Leandro Vaz e Cássio Freires
GCN
A manhã desta terça-feira, 28, foi marcada pela paralisação de professores da rede estadual de ensino. Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores), pelo menos 20 escolas estão em paralisação total ou parcial. As aulas estarão suspensas até o próximo dia 31, prazo este que pode ser estendido.
A greve é motivada por vários fatores. Segundo os dirigentes, já são três anos sem reajuste devido, nem incorporação, salas fechadas na região aumentando as turmas, e a reforma da Previdência, que tem sido discutida em nível nacional.
A Apeoesp deve ir em todas as escolas orientar professores, alunos e pais sobre a greve que atinge hoje milhares de alunos. Escolas da região também devem ser afestadas.
Outro lado
Em nota enviada à imprensa no fim da tarde desta terça-feira, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afirma que mantém uma mesa de negociação aberta com os sindicatos da categoria e que orientou as Diretorias de Ensino a convocarem professores eventuais. Diz ainda que faltas não justificadas pelos profissonais serão descontadas e que eventuais conteúdos perdidos pelos estudantes serão repostos. Termina dizendo que "diferentemente do que afirma o sindicato na região as escolas não pararam suas atividades".
Coordenador da Apeoesp, Edvaldo Máximo fala sobre as escolas que aderiram a paralisação e os motivos da greve: