“Há criaturas que não morrem. Há gestos que não se apagam. Nunca”. Palavras do escritor Luiz Cruz de Oliveira no prefácio de “Meu pai, o famacêutico Anésio Foroni”, lançado no dia 2 de fevereiro na cidade. Trata-se de uma biografia, gênero que fascina porque poucas pessoas conseguem se manter indiferentes às experiências alheias.