O tio João tocava violão, o pai tocava pandeiro. Tocar é força de expressão. Os coevos do pai e do tio garantem que não havia melodia, só um barulhão infernal. Para os casais, todavia, os ruídos eram acordes, o baile estava sempre animado. E, enquanto a poeira subia até a lona da tolda, a alegria pisava o escuro do sábado, pisava o vestido dourado da madrugada do domingo.