11 de julho de 2026

Filhos de enfermeira morta em assalto ainda não sabem do crime


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O cunhado de uma enfermeira morta na noite de segunda-feira, dia 23, durante uma tentativa de assalto, revelou que os filhos da vítima ainda não sabem da morte.

O professor Daniel Veridiano disse que ninguém teve coragem de contar a situação para os três filhos da enfermeira Aline de Paula Pereira, de 31 anos. "Como você fala isso para um criança? Não tem o que falar! Infelizmente, essa é a uma sociedade que está na mão de vagabundos", desabafou o professor.

Aline foi abordada por criminosos na noite de segunda-feira, dia 23, na Avenida Brasil, Zona Oeste do Rio de Janeiro, quando voltava do trabalho. A enfermeira foi baleada na cabeça e socorrida no mesmo hospital em que trabalhava. Aline não resistiu ao ferimento e morreu.

Em nota, a Polícia Civil disse ter iniciado um "amplo trabalho de investigação". "De acordo com informações da Delegacia de Homicídios da Capital- DH, foi instaurado um procedimento para apurar as circunstâncias de um latrocínio que teve como vítima a auxiliar de enfermagem Aline de Paula Pereira, 31 anos, ocorrido na noite de ontem, 23 de Janeiro, na Avenida Brasil, altura de Vila Kennedy, Bangu. A vítima, que foi atingida por tiros de arma de fogo, foi encaminhada para um hospital, mas não resistiu e faleceu. Iniciou-se um amplo trabalho de investigação visando apurar detalhadamente as circunstâncias do crime e sua autoria", diz o comunicado.

Nas redes sociais, muitos lamentaram a morte da enfermeira e comentaram o fato de que seus 3 filhos estavam agora sem a mãe. "Estou chocada com a notícia da morte da enfermeira Aline de Paula, com que eu tiver a honra de trabalhar. Peço a Deus que conforte nossos corações e nos guarde.", "Muito triste acordar com uma notícia dessas... A pessoa se dedica a cuidar, manter a vida, salvar vidas... Mas ontem infelizmente a enfermeira Aline não pode ser salva, não teve a segunda chance dela, segunda chance essa que todos os dias de nossos plantões proporcionamos aos outros! #EnfermagemEmLuto", diziam algumas das publicações.