Foram expostos à Nação, nos últimos dias, pronunciamentos que defendem a renúncia do presidente Michel Temer até o próximo dia 31, como fórmula de levar o país a uma extemporânea eleição direta. Para a eventual renúncia a partir de 1º de janeiro, encontramos aqueles que defendem, antes do ato extremo, a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que retire do Congresso o direito de escolher o novo presidente e estabeleça e eleição direta também para o impedimento nos últimos dois anos do mandato. Essas falas e propostas são impatrióticas num momento como este, quando o presidente, substituto constitucional da impichada Dilma Rousseff, se esforça para colocar a casa em ordem e conduzir o pais para fora da crise.