Não houve um lugar, em toda a cidade, durante a semana, em que não houvesse alguém falando sobre o brutal assassinato da desempregada Ana Cláudia Abib, de 40 anos. Nenhuma pessoa que, ao comentar ou simplesmente ouvir versões do caso, não se chocasse com o fato de que o assassino usou um bisturi para matá-la e, no dia seguinte, decidisse “livrar-se” do corpo, esquartejando a mulher, separando o cadáver por pedaços e depositando sacos de lixo com suas partes no Residencial Amazonas e em um distrito entre Cristais Paulista e Pedregulho.