O amor, como uma emoção livre de qualquer fundamento lógico, fruto de uma mágica, acarreta inevitáveis inconvenientes, pois a idealização inicial se desfaz. Como disse o psiquiatra Flávio Gikovate, em uma publicação, antes de falecer recentemente, é preciso o aval da razão, depois o sentimental e finalmente o erótico. Os apaixonados não pensam com a razão, mas com o coração.