Em depoimento prestado na terça-feira, dia 13, na 42ª DP do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, Bianca Toledo negou as acusações de Felipe Heiderich, de que ela o tivesse mantido em cárcere privado.
"Na delegacia, nem foi aberto inquérito porque não há provas do que ele alegou. Isso aqui nada mais é que uma verificação de procedência de informação. Não é um inquérito. E, graças a Deus, tudo certo", afirmou a pastora em seu Snapchat, após deixar a delegacia.
Ela alega que Felipe inventou mais uma história para se livrar das acusações de pedofilia, que o levaram à prisão no mês de julho. "Tudo o que ele publicou na semana passada e na semana retrasada na internet é mentira. Denúncia caluniosa. Mais um crime", diz Bianca.
As denúncias de pedofilia vieram a público no início de julho, quando Bianca divulgou um vídeo no Facebook afirmando ter descoberto que o então marido, Felipe Heiderich era gay e teria abusado do filho dela, fruto de um relacionamento anterior da pastora. Felpe foi internado em uma clínica e diagnosticado com transtorno de múltiplas personalidades e também passou 6 dias preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro, de acordo com o site MSN.
Em 31 de agosto, Felipe publicou um vídeo em suas redes sociais afirmando que foi vítima de um "plano maquiavélico" de Bianca e que foi mantido por 8 dias em cárcere privado. "Fui dopado e levado a uma Clínica Psiquiátrica (hospício) e mantido lá, dopado e por vezes amarrado, sofrendo coisas que, só de mencionar, angustiam a alma", disse ele no vídeo.