08 de julho de 2026

De bate-pronto


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Voltávamos lá de baixo, onde o colega de escola, Pedro, mora. Tínhamos ido levá-lo, como prometido à mãe do menino que o havia deixado em minha casa.  João, 6 anos recém completados, tentava equilibrar-se no patinete, presente de aniversário do Vaz.  Já tinha escurecido e conversávamos, enquanto ele no patinete, eu sobre meus próprios pés, vencíamos os aclives do condomínio. De vez em quando parávamos.  Ora porque ele caía do patinete, ora porque o fôlego me faltava. Eu estava gripada e rouca; ele, saudável e loquaz como sempre.