É de cortar o coração olhar uma menina privada de infância. Incomoda perceber gente treinada para não se expressar. Assusta não reconhecer identidades numa legião de seres simétricos. Por aí se entende que não haja literatura em tal lugar. Escritores são capazes de sobreviver à falta de liberdade. Mas não nascem onde o sonho é abortado todos os dias.