Naquela época dos anos dourados, minha vida era muito simples, visitas aos parentes, pouco convívio social, sem viagens, sem recursos para o desnecessário. Nossa casa era norteada pelo trabalho e pelos estudos. Andava, livremente, pela cidade, ia à escola, ao cinema aos domingos, comprava, estritamente, o que precisava, e, também, à igreja, muito perto, repleta de crianças, preparando-se para a primeira comunhão.