O mérito em possuir uma graduação num curso de humanas e trabalhar de garçonete nos finais de semana são as relações cravadas com as pessoas. Quando você veste o avental, ninguém mais sabe quem você é, qual seu posicionamento político e muito menos o que você pensa. Afinal, muitas vezes, o garçom é o ser invisível, aquele que atende pedidos e nada mais. Mas da nossa perspectiva há a doçura, o mistério e a fúria de comparar as relações com aquilo que se leu, ser garçom é a práxis.