O Brasil jamais conseguiu vencer o Paraguai em Assunção desde que as Eliminatórias passaram a ser disputadas em pontos corridos - para o Mundial da França, em 1998. Desde então, o País fez 29 partidas como visitante, conta nove rivais e só não ganhou no Paraguai, no Equador e na Bolívia. A campanha inclui 8 vitórias, 12 empates e 9 derrotas. Vale lembrar que Quito e La Paz envolve um fator adverso a mais: a altitude.
É em Assunção, no estádio Defensores del Chaco, que o Brasil encontrou mais problemas em situação normal. Foram duas derrotas e um empate. “A marcação deles [paraguaios] é forte, normalmente. Também pressionam e têm jogadores experientes”, disse Dunga.
Em junho de 2008, Dunga perdeu no estádio por 2 a 0, o que mandou o time para a quinta posição na tabela de classificação, o limite para tentar ir à Copa da África do Sul, em 2010, já que é a vaga que leva à repescagem -os quatro primeiros se garantem no Mundial. Foi o momento de crise de Dunga na seleção em sua primeira passagem.
O Defensores Del Chaco tem capacidade para pouco mais de 42 mil pessoas e foi inaugurado em 1917. Foi reformado, principalmente para a Copa América de 1999, mas haverá diferença.
Instalações antigas, vestiário apertado, e pressão da torcida são as características do estádio que pertence à Associação de Futebol do Paraguai.
O time precisa da vitória para não correr o risco de sair da zona de classificação para a Copa-2018 -antes do início da sexta rodada, que será toda disputada nesta terça, o Brasil está em terceiro, com 8 pontos, mas pode cair até para sétimo em caso de derrota e vitórias de Chile, Argentina e Colômbia.