Tem que sentir o que vem do coração:
os dedos afinados a escreverem sem distinção
cada uma das palavras que saem da boca do barulho;
das memórias soturnas a se misturarem feito baralho.
No sonho, te aceno
como quem cai da lua; sugados por uma força
a levar-nos em direções contrárias.