Certa vez disseram que sou metal e que dentro da minha introspecção eu poderia sugar tudo ao meu redor. Outra vez me disseram que vivo parafraseando Rubem Alves quando ele diz que: “amar é ter um pássaro pousado no dedo” porque amo a liberdade e isso nada mais é que coisa de aquariano. Certa vez disseram que sou samurai; introvertida; ansiosa; extremista por ser feminista e vegetariana. E agora eu escrevo como desabafo: não sou nada disso, eu busco ser livre.