Uma situação inusitada chamou a atenção de moradores da cidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.
Ao recapear a Rua Tronca, uma vez que havia um carro estacionado na via, a empresa responsável pelo serviço contornou o veículo, deixando somente o espaço ocupado por ele sem o recapeamento. Adiló Didomênico, secretário de Obras, explicou que a cena não é comum, mas pode acontecer.
O secretário esclarece que o asfalto que será usado na operação deixa a usina a uma temperatura de 140ºC e precisa ser aplicado antes que essa temperatura fique abaixo de 80ºC, ou o material é perdido. Para não descartar todo o asfalto, a opção foi recapear a rua e deixar o trecho no qual o carro estava estacionado sem a nova cobertura.
Adiló lembra ainda que o procedimento comum é colocar cavaletes na rua que será recapeada, durante a manhã, a fim de evitar que algum motorista estacione no local. O problema é que em alguns casos, o veículo é deixado na rua durante a noite e não é retirado no dia seguinte. "Não é o caso de mandar guinchar o carro, porque o cidadão estacionou em local permitido.
Mas com certeza a Codeca [empresa responsável pelo recapeamento] voltará para preencher o espaço que ficou faltando", contou ele ao site Zero Hora.