Uma promotora de vendas procurou a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) para registrar uma queixa de crime virtual. Segundo ela, em depoimento na delegacia, uma página na rede social Facebook foi criada em seu nome, constando fotos e telefones reais seus e ainda dizendo se tratar de uma garota de programa.
A vendedora de 25 anos, que é casada, passou a receber ligações de homens querendo marcar um encontro.
A vítima disse que conseguiu excluir a página, que foi novamente recriada. Diante dos fatos ela compareceu a delegacia para solucionar o problema. A vendedora foi orientada e liberada.