Foi no ano de 2002 que me encantei pela beleza de uma roda de capoeira, e mesmo sendo leiga eu ficava em casa repetindo os movimentos que via na rua. Em 2004 minha vida mudara significavelmente, pois foi o ano em que decidi mergulhar nos treinos junto de mestre, professores e graduados. Lembro-me de que em meu primeiro jogo, senti que minhas pernas formariam um nó. Dizem que apelido na capoeira é tradição, e me batizaram carinhosamente de “Pantera” devido minhas pernas compridas e esse jeito desengonçado.