07 de julho de 2026

Vinhos e rosas


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Atribuo a certas porções genéticas que me constituem o prazer que sinto ao tomar uma taça de vinho. Mas, mesmo tendo aprendido ao longo da vida a distinguir um Chianti toscano  de um Bordeaux francês ou um Riesling alemão de um Alicante alentejano, minha expertise no tema era muito restrita até o último janeiro.  A viagem que empreendi à Argentina e ao Chile no começo deste ano  contribuiu para educar um pouquinho meu paladar.