Atribuo a certas porções genéticas que me constituem o prazer que sinto ao tomar uma taça de vinho. Mas, mesmo tendo aprendido ao longo da vida a distinguir um Chianti toscano de um Bordeaux francês ou um Riesling alemão de um Alicante alentejano, minha expertise no tema era muito restrita até o último janeiro. A viagem que empreendi à Argentina e ao Chile no começo deste ano contribuiu para educar um pouquinho meu paladar.