10 de julho de 2026

Empresário quebra porta de hospital e obriga médica grávida a atender a filha


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Imagem de arquivo da fachada do Hospital Regional de Franca

Atualizada às 16h29

 

Um empresário de 36 anos se exaltou, danificou uma porta e ameaçou uma médica, grávida de 3 meses, no Hospital Regional de Franca, na tarde de ontem (3).

O empresário chegou na emergência com sua filha de 6 anos para atendimento médico. Após ser informado que a mãe da criança havia cancelado o convênio com o hospital, o homem se irritou e saiu chutando uma porta que dá acesso aos consultórios. Ao chegar em um deles, entrou e exigiu que a médica atendesse a criança.

A profissional está grávida de 3 meses e, diante da fúria do homem, atendeu a garota.

Após sair do hospital o empresário foi até o Plantão Policial para registrar um boletim de omissão de socorro, o que não foi registrado porque a criança foi atendida pela médica.

O hospital registrou um outro boletim por danos. 

 

'Pedi socorro a eles e eles negaram'

O empresário que procurou atendimento no Hospital Regional de Franca e, teve o mesmo negado para a filha de 6 anos, resolveu se pronunciar na tarde desta segunda na página oficial do Portal GCN no Facebook. Em seu post, ele dá a sua versão para o que houve e os motivos que o descontrolaram. Leia na íntegra: 

 

"Olá eu sou o pai da criança a que vocês estão falando. Por favor não se deixem se influenciar por mentiras contadas pelo hospital. Minha filha tem 6 anos de idade e eu tenho um plano já faz 15 anos e no ano passado migrou para o Sason pois minha esposa é professora

O convênio venceu dia 31/12 e eu precisava pegar um documento para dar continuidade ao plano que ficou agendado para dia 4/01/2016. Cheguei ao hospital com minha criança desmaiada que já está fazendo acompanhamento por estar tendo dores fortes no abdômen no próprio regional

Pedi socorro a eles e eles se negaram a atenderem. Sim chutei a porta entrei com ela no colo minha esposa e meu outro filho de 15 anos

Procurei a médica que estava de plantão (tomando café na copa ) pedi a ela socorro foi quando entrou um funcionário do hospital falando para a médica que ela estava impedida de dar atendimento aquela criança

O que vocês fariam de fossem seus filhos?"