Leandro Vaz e Edson Arantes
Hoje o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) e o vereador Luiz Carlos Vergara (PSB) protagonizaram mais um espetáculo da baixeza política em Franca. Pela manhã, Vergara protocolou um requerimento que pedia ao executivo aumento para R$ 260 no cartão alimentação dos servidores, índice que está emperrando as negociações salariais da categoria, que pede R$ 400. A administração até ontem bateu o pé dizendo que não poderia oferecer mais que R$ 240.
A ação, segundo bastidores, foi uma estratégia da Prefeitura que logo à tarde enviou um projeto em regime de urgência com o mesmo valor apresentado pelo líder do prefeito. O ato irritou os servidores já que não houve negociação e sim imposição. O presidente do Sindicato dos Servidores, Luís Fernando Nascimento denunciou o passa moleque. Centenas de funcionários públicos foram à Câmara para protestar contra o ato, que julgaram autoritário. Mas não teve jeito. Os vereadores, que já haviam aprovador o requerimento de Vergara, também aprovaram o projeto em regime de urgência. As execessões ficaram por conta dos parlamentares Márcio, Valéria Marson (PSDB) e Daniel Radaeli (PMDB).
Durante a discussão, os vereadores Jépy Pereira (PSDB) e Márcio do Flórida (PT) discutiram no plenário. Márcio foi acusado pelo tucano de incitar os manifestantes.